Processo Seletivo IBGE 2019: Saiu o Edital com 209 vagas temporárias

Foi publicado o aguardado edital do concurso Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE para 209 vagas temporárias para as funções de Agente Censitário Municipal (ACM),
Agente Censitário Supervisor (ACS) e Recenseador. O documento foi publicado nesta terça-feira, 21, no Diário Oficial da União. As vagas estão distribuídas por cargos de níveis fundamental e médio.

A seleção será conduzida pelo Instituto Brasileiro de Apoio ao Desenvolvimento Executivo (IBADE).

PROCESSO DE SELEÇÃO

Para as funções de Agente Censitário Municipal (ACM) e Agente Censitário Supervisor (ACS), a seleção dos candidatos dar-se-á por meio de uma Prova Objetiva, de caráter eliminatório e classificatório.

Para a função de Recenseador, a seleção dos candidatos se dará por meio de Prova Objetiva e de Treinamento, ambos de caráter eliminatório e classificatório.

O Treinamento, a ser realizado sob a responsabilidade do IBGE, visa capacitar o Recenseador para a aplicação de conceitos e procedimentos estabelecidos para o Censo Experimental 2019.

FUNÇÕES

FunçãoEscolaridadeRetribuição
Mensal
Valor da Taxa de
Inscrição
Número de
Vagas
A01 – Agente Censitário Municipal (ACM) – ExperimentalNível MédioR$2.100,00R$ 42,504
A01 – Agente Censitário Supervisor (ACS) – ExperimentalNível MédioR$1.700,00R$ 42,5025
R01 – Recenseador – ExperimentalNível Fundamental*Por produçãoR$ 25,00180

 

A retribuição mensal do Recenseador será por produção, calculada por setor censitário, conforme taxa xada e de conhecimento prévio pelo Recenseador, de unidades recenseadas (domicílios urbanos e/ou rurais), pessoas recenseadas e registro no controle da coleta de dados.

Para as funções de Agente Censitário Municipal (ACM) e Agente Censitário Supervisor (ACS), o contratado fará jus ao Auxílio Alimentação, Auxílio Transporte, assim como férias e 13º salário proporcionais.

A previsão de duração do contrato é de até 6 (seis) meses para as funções de Agente Censitário Municipal (ACM) e Agente Censitário Supervisor (ACS) e de até 2 (dois) meses para a função de Recenseador.

Os contratos terão vigência de 30 (trinta) dias, podendo ser sucessivamente prorrogados por apostilamento, por igual período, estritamente de acordo com a necessidade do trabalho e/ou disponibilidade de recursos orçamentários.

Por questões administrativas, o último contrato poderá ter vigência menor que 30 (trinta) dias.

As renovações e/ou rescisões dos contratos estarão condicionadas ao cronograma da operação e aos resultados da avaliação de desempenho do contratado.

O candidato contratado terá o seu desempenho avaliado mensalmente, observados os seguintes fatores:

  • Agente Censitário Municipal (ACM): assiduidade, cumprimento de prazos e produtividade.
  • Agente Censitário Supervisor (ACS): assiduidade, cumprimento de prazos e produtividade.
  • Recenseador: cumprimento de prazos e produtividade.

Para as funções de Agente Censitário Municipal (ACM) e Agente Censitário Supervisor (ACS), a jornada de trabalho será de 40 (quarenta) horas semanais, sendo 8 (oito) horas diárias. Para a função de Recenseador, a jornada de trabalho recomendável é de, no mínimo, 25 (vinte e cinco) horas semanais, além da participação integral e obrigatória no Treinamento.

Será obrigatório o comparecimento do Recenseador ao Posto de Coleta nos dias e horários estipulados pelo Agente Censitário Municipal (ACM) ou pelo Agente Censitário Supervisor (ACS).

INSCRIÇÕES

As inscrições para o concurso de temporários do IBGE terão início a partir da 0h de amanhã, quarta-feira, 22 de maio, por meio do site do Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo (Ibade). Os interessados terão até as 23h59 do dia 9 de junho para se inscrever.

Os valores da taxa de inscrição são os seguintes:

  • R$25 (recenseador) ou R$42,50 (agentes).

Os valores deverão ser pagos em agências do Banco do Brasil, até o dia 10 de junho.

PROVAS

A Prova Objetiva de múltipla escolha, de caráter eliminatório e classificatório, será realizada na cidade de Poços de Caldas – MG na data de 21 de julho 2019.

O tempo total de realização da Prova será de 4 horas.

O tempo de duração da prova inclui o preenchimento do Cartão de Respostas.

Os locais para realização da Prova Objetiva serão divulgados na data de 12 de julho de 2019.

Processo Seletivo IBGE 2019: Saiu o Edital com 209 vagas temporárias
Processo Seletivo IBGE 2019: Saiu o Edital com 209 vagas temporárias

PROCESSO SELETIVO IBGE

  • Cursos Online:  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Processo Seletivo IBGE)
  • Banca organizadora: IBADE
  • Cargo(s): Agente Censitário Municipal (ACM) e Agente Censitário Supervisor (ACS)  e Recenseador
  • Escolaridade: níveis fundamental e médio
  • Número de vagas: 209
  • Remuneração: até R$2.100,00
  • Data das inscrições: de 22 de maio a 09 de junho de 2019
  • Taxa de inscrição:R$ 25 a R$ 42,50
  • Data da Prova: 21 de julho de 2019

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SOBRE O CENSO DO IBGE

O que é o Censo?

A palavra censo vem do latim census e quer dizer “conjunto dos dados estatísticos dos habitantes de uma cidade, província, estado, nação”.

O Censo é a única pesquisa que visita todos os domicílios brasileiros (cerca de 58 milhões espalhados por 8.514.876,599 km²). Para conhecer a situação de vida da população em cada um dos 5.565 municípios do país. Um trabalho gigantesco, que envolve cerca de 230 mil pessoas, bem diferente da pesquisa amostral, que, como o próprio nome indica, investiga uma amostra da população e, a partir de modelos estatísticos, chega à representação do todo.

Para que serve o Censo?

O Censo é a principal fonte de dados sobre a situação de vida da população nos municípios e localidades. São coletadas informações para a definição de políticas públicas em nível nacional, estadual e municipal. Os resultados do Censo também ajudam a iniciativa privada a tomar decisões sobre investimentos. Além disso, a partir deles, é possível acompanhar o crescimento, a distribuição geográfica e a evolução de outras características da população ao longo do tempo.

Que políticas públicas podem ser geradas a partir dos resultados do Censo?

Através do Censo, o poder público pode identificar áreas de investimentos prioritárias em saúde, educação, habitação, saneamento básico, transporte, energia, programas de assistência à infância e à velhice. E também selecionar locais que necessitam de programas de estímulo ao crescimento econômico e desenvolvimento social.

O Censo interfere nos repasses de verbas públicas?

Ao contar a população, o Censo produz resultados que servem de parâmetro para saber quanto cada cidade receberá de repasse federal. São os resultados do Censo que fornecem as referências para as estimativas populacionais realizadas nos anos seguintes, com base nas quais o Tribunal de Contas da União (TCU) define as cotas do Fundo de Participação dos Estados e do Fundo de Participação dos Municípios. Além de fornecer informações imprescindíveis para a distribuição orçamentária das pastas da Educação, Cultura, Saúde e Infraestrutura, baseadas no número e distribuição da população.

O Censo interfere na representação política?

Sim. São os resultados do Censo que fornecem as referências para as estimativas populacionais, com base nas quais é definido o número de deputados federais, estaduais e vereadores de cada estado e município.

Como a iniciativa privada utiliza os dados do Censo?

Os dados do Censo fornecem parâmetros para as decisões de investimentos do setor privado, como a seleção de locais para a instalação de fábricas, shopping centers, escolas, creches, cinemas, restaurantes etc.

Como os censos surgiram no Brasil?

Antes de 1870, as estatísticas sobre a população brasileira eram conjecturais, destinadas a atender aos interesses de nossa então metrópole, Portugal. Sob recomendação da coroa portuguesa, autoridades eclesiásticas no Brasil contaram a população em 1776, e estimou-se que no Brasil viviam 1.900.000 “almas”.

Quando ocorreu o primeiro Censo no Brasil?

O IBGE considera que o primeiro Censo Demográfico do Brasil foi realizado em 1872, época em que o país era uma monarquia governada pelo imperador D. Pedro II. Além de perguntas sobre sexo, idade, escolaridade e estado civil, religião e deficiência física, o questionário incluía a pergunta se a pessoa era livre ou escrava. Já o primeiro Censo a ser realizado pelo IBGE foi o de 1940.


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