Concurso IBGE 2019: Autorizado edital com 400 vagas para Analista Censitário

O Ministério da Economia autorizou hoje (30/04/2019) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abrir um novo edital (Concurso IBGE 2019) para o preenchimento de 400 vagas no cargo de Analista Censitário.

As informações foram publicadas através da Portaria nº 200, no Diário Oficial da União desta terça-feira (30/04).

Os analistas censitários poderão ser contratados a partir de setembro de 2019 para atuarem nas etapas de planejamento, acompanhamento e suporte especializado, relativas ao Censo Demográfico 2020.

De acordo com a autorização, o prazo para a publicação do edital de abertura de inscrições para a seleção será de até 6 (seis) meses, contado a partir da publicação da portaria, ou seja, até 30 de outubro de 2019. O prazo de duração dos contratos será de até 1 (um) ano.

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Outros Concursos IBGE – Censo Experimental 2019

O Governo Federal já havia autorizado em março a abertura de um novo processo seletivo simplificado para o IBGE destinado a preencher 209 vagas temporárias. Os candidatos aprovados serão contratados temporariamente para atuar no Censo Experimental, que funciona como um teste para a pesquisa do Censo Demográfico que será realizado em 2020.  As oportunidades estão distribuídas em:

Função

Quantidade

Agente Censitário Municipal – Nível Médio

4

Agente Censitário Supervisor – Nível Médio

25

Recenseador – Nível Fundamental

180

Concurso IBGE 2019: Autorizado edital com 400 vagas para Analista Censitário
Concurso IBGE 2019: Autorizado edital com 400 vagas para Analista Censitário

Total

209

Saiba tudo sobre o Censo Experimental 2019

DETALHES DO CONCURSO IBGE

  • Concurso: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Concurso IBGE Analista Censitário)
  • Banca organizadora: a definir
  • Cargos: Analista Censitário
  • Escolaridade: nível superior
  • Número de vagas: 400
  • Remuneração: a definir
  • Situação: autorizado
  • Previsão para publicação do edital: 2019

SOBRE O CENSO DO IBGE

O que é o Censo? – A palavra censo vem do latim census e quer dizer “conjunto dos dados estatísticos dos habitantes de uma cidade, província, estado, nação”. O Censoé a única pesquisa que visita todos os domicílios brasileiros (cerca de 58 milhões espalhados por 8.514.876,599 km²). Para conhecer a situação de vida da população em cada um dos 5.565 municípios do país. Um trabalho gigantesco, que envolve cerca de 230 mil pessoas, bem diferente da pesquisa amostral, que, como o próprio nome indica, investiga uma amostra da população e, a partir de modelos estatísticos, chega à representação do todo.

Para que serve o Censo? – O Censo é a principal fonte de dados sobre a situação de vida da população nos municípios e localidades. São coletadas informações para a definição de políticas públicas em nível nacional, estadual e municipal. Os resultados do Censo também ajudam a iniciativa privada a tomar decisões sobre investimentos. Além disso, a partir deles, é possível acompanhar o crescimento, a distribuição geográfica e a evolução de outras características da população ao longo do tempo.

Que políticas públicas podem ser geradas a partir dos resultados do Censo? – Através do Censo, o poder público pode identificar áreas de investimentos prioritárias em saúde, educação, habitação, saneamento básico, transporte, energia, programas de assistência à infância e à velhice. E também selecionar locais que necessitam de programas de estímulo ao crescimento econômico e desenvolvimento social.

O Censo interfere nos repasses de verbas públicas? – Ao contar a população, o Censo produz resultados que servem de parâmetro para saber quanto cada cidade receberá de repasse federal. São os resultados do Censo que fornecem as referências para as estimativas populacionais realizadas nos anos seguintes, com base nas quais o Tribunal de Contas da União (TCU) define as cotas do Fundo de Participação dos Estados e do Fundo de Participação dos Municípios. Além de fornecer informações imprescindíveis para a distribuição orçamentária das pastas da Educação, Cultura, Saúde e Infraestrutura, baseadas no número e distribuição da população.

O Censo interfere na representação política? – Sim. São os resultados do Censo que fornecem as referências para as estimativas populacionais, com base nas quais é definido o número de deputados federais, estaduais e vereadores de cada estado e município.

Como a iniciativa privada utiliza os dados do Censo? – Os dados do Censo fornecem parâmetros para as decisões de investimentos do setor privado, como a seleção de locais para a instalação de fábricas, shopping centers, escolas, creches, cinemas, restaurantes etc.

Como os censos surgiram no Brasil? – Antes de 1870, as estatísticas sobre a população brasileira eram conjecturais, destinadas a atender aos interesses de nossa então metrópole, Portugal. Sob recomendação da coroa portuguesa, autoridades eclesiásticas no Brasil contaram a população em 1776, e estimou-se que no Brasil viviam 1.900.000 “almas”.

Quando ocorreu o primeiro Censo no Brasil? – O IBGE considera que o primeiro Censo Demográfico do Brasil foi realizado em 1872, época em que o país era uma monarquia governada pelo imperador D. Pedro II. Além de perguntas sobre sexo, idade, escolaridade e estado civil, religião e deficiência física, o questionário incluía a pergunta se a pessoa era livre ou escrava. Já o primeiro Censo a ser realizado pelo IBGE foi o de 1940.


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