Principais atualidades do mundo da tecnologia para concursos públicos! Confira!

Um fato inegável da atual sociedade é: nós não conseguimos mais viver sem a presença da tecnologia das nossas vidas.

Tudo (ou quase, talvez) que precisamos fazer ou receber está a um clique de distância, seja por intermédio dos nossos telefones, tablets, notebooks e até mesmo televisões inteligentes, as quais são capazes de nos auxiliar em nossos trabalhos a depender da tecnologia existente nelas.

Não há o que fazer: o ser humano tornou-se totalmente dependente do que, há alguns anos, parecia ser um futuro distante igual vemos em filmes, como “De Volta Para o Futuro” e “A.I: Inteligência Artificial”. Se queremos falar com alguém que está do outro lado do país, basta enviar uma mensagem e logo criaremos uma comunicação viável para ambos os lados. Podemos comprar qualquer coisa a qualquer momento de qualquer lugar do planeta, justamente por termos o auxílio da internet e a facilidade de utilizá-la ao nosso favor. Na medicina, por exemplo, temos equipamentos médicos capazes de proporcionarem tratamentos inovadores que, há 20 ou 30 anos, não seria possível pelo déficit tecnológico que tínhamos. 

Quando colocamos a tecnologia no ambiente de trabalho, em especial em cargos públicos responsáveis por manter a ordem de todo um território em prol do bem-estar da sociedade, logo nos vem à mente a digitalização de serviços diretamente da casa do indivíduo, reduzindo assim certas burocracias envolvendo deslocamento físico e até mesmo preenchimento de documentação física — a qual está entrando cada vez mais em desuso atualmente. Agora, com robôs inteligentes para otimizar processos e atender o maior número possível de pessoas em tempo recorde, facilitando a visualização de dados governamentais com apenas alguns cliques, é lógico pensar que tal assunto poderá cair no próximo certame que você se inscrever.

Além das matérias de conhecimentos gerais, como Língua Portuguesa, Matemática e Raciocínio Lógico, também é possível encontrar questões acerca do que acontece ao nosso redor enquanto estudamos para a prova capaz de mudar nossas vidas. Desta maneira, ficar antenado em jornais televisivos, páginas de notícias e até mesmo perfis nas redes sociais que comentam sobre o tema é de extrema importância para seu futuro bom desempenho!

Por isso, nós do DODF preparamos um super artigo acerca dos principais temas que englobam o que está acontecendo no Brasil e no mundo que envolve a tecnologia, seja ela na utilização do dia a dia, sobre a evolução do 5G para o 6G e até mesmo debates sobre qual tipo de ensino é melhor: o estudo tradicional ou o estudo digital?

Vamos começar?

1 – As polêmicas envolvendo a tão temida Inteligência Artificial

Não é de hoje que vemos e ouvimos mil e uma coisas sobre a tão temida Inteligência Artificial. Por um lado, pessoas a defendem como a nova normalidade da sociedade, uma ferramenta indispensável na resolução de problemas assim como foi/é com os nossos celulares. Por outro, a atacam e criticam pela maneira como o ser humano está se tornando dependente dela, não sendo mais capaz de produzir textos simples e objetivos como resenhas de produtos, mensagens de email e até mesmo artigos como os que o DODF publica aqui na plataforma. 

Assim como outras vezes que já discutimos aqui sobre diversos outros assuntos, nós repetimos: existem dois lados da moeda a serem levados em consideração quando abordamos assuntos polêmicos como a Inteligência Artificial. 

Sim, tal ferramenta está caminhando rumo a tornar-se um item indispensável de nossas vidas pelas mil e uma utilidades que ela nos proporciona, tendo como exemplo o rápido processamento de um alto volume de dados por minuto, diagnósticos rápidos e precisos na área da saúde e, principalmente, na redução de erros cometidos por nós, humanos, os quais às vezes podem deixar passar despercebido um código errado em programações, análise de dados, etc.

Porém, é preciso tomar bastante cuidado com o que e para que você a utiliza. Grandes empresas, para baratear alguns custos no que se refere à criação de vídeos e fotos promocionais dos produtos que oferecem, acabam utilizando a IA para gerar algo que poderia levar dias, meses ou até mesmo anos com alguns cliques que te dão o resultado em apenas horas. Pelo fato de tal ferramenta simular a inteligência humana, ela literalmente copia criações humanas, juntando-as em seu banco de dados a fim de criar o que lhe foi pedido — logo, entramos em polêmicas acerca dos direitos autorais e propriedade intelectual.

Para explicar tal exemplo, utilizemos uma das várias “trends” (correntes online) que surgiram na internet este ano: a criação de uma versão sua no estilo de animação japonesa criado pelo Studio Ghibli. Para além de não ter sido autorizada a reprodução de tal estilo por nenhum dos donos da marca, tal forma de “criação” ajuda no treinamento da Inteligência Artificial a reproduzir por conta própria uma cópia descarada do trabalho de outra pessoa sem a mínima autorização.

Concursos literários brasileiros, também no ano de 2025, foram cancelados por conta dos vários manuscritos submetidos terem sido criados pela IA, implicando assim na perda da criação humana para algo gerado por uma máquina, a qual não somente rouba informações já existente e as coloca como suas, como também perpetua certo “amadurecimento” na capacidade humana de pensar por conta própria.

A Inteligência Artificial pode ter tido boas intenções quando fora concebida para imitar o pensamento humano a fim de nos auxiliar em nosso dia a dia, isso não é possível negar. No entanto, ela não servirá de nada caso ela seja mal utilizada e nos enfraqueça intelectualmente. 

2 – Fake News e Desinformação

Outro assunto delicado e que, assim como o anterior, necessita de atenção.

A fake news (notícias falsas, em tradução livre do inglês para o português) tomou uma parte tão importante da atual sociedade, sendo recorrente, em especial, durante campanhas políticas quando ocorrem eleições no país. 

Em suma, as redes sociais funcionam por meio de um algoritmo que preza pelo engajamento de suas postagens. Logo, caso uma determinada publicação, que aborde sobre notícias maliciosas sobre o candidato do Partido X acerca de um assunto polêmico, receba uma alta quantidade de curtidas, compartilhamentos, comentários e visualizações, a tendência é que ela se prolifere até se tornar uma bola de neve quase algo irreversível de se resolver.

Junto a isso, o algoritmo trabalha em prol do que o usuário consome e/ou acredita, deixando-o assim em uma bolha que pode dificultar ainda mais o acesso a informações relevantes e verdadeiras sobre temas como a política, assuntos que envolvem o mundo todo. 

Por conta da produção de conteúdo em massa, na qual é possível consumir 50,100, 200 vídeos em apenas meia hora, ferramentas como a Inteligência Artificial podem ser usadas para corroborar a desinformação e a criação de fake news, visto que elas geram vídeos e imagens ultrarrealistas atualmente. 

No Brasil, graças ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), já existe uma tecnologia precisa para monitorar e controlar toda e qualquer desinformação que envolva as eleições e seus participantes. Assim, se constrói uma democracia mais justa e transparente pelo bem do país. 

É necessário, também, tomar muito cuidado com o que você consome e/ou acredita quando encontra algo na internet sobre situações sérias como essa. Mesmo que já existam detectores de IA para textos, vídeos e imagens, por vezes fica complicado saber se o que estamos vendo é ou não real.

Para isso, recomendamos que você acesse sites seguros de notícias, como o G1, a CNN e a Folha de São Paulo, e também assista aos telejornais na televisão — assim, você se mantém informado e imune a qualquer tipo de desinformação que pode ser encontrada no vasto mundo que é a internet.

3 – A evolução da internet para o 6G

Uma febre mundial assolou a sociedade humana com o surgimento da tecnologia de rede móvel 5G, esta que nos permite realizar downloads 100 vezes mais rápido, ajudando assim a nos conectarmos em mais de um dispositivo ao mesmo tempo. 

Com ele, avançamos em consideráveis níveis a telemedicina — com consultas online em tempo real de onde você estiver, alta precisão em resultados médicos e, no futuro, sendo até possível realizar cirurgias à distância —, criamos cidades mais inteligentes — como a análise de dados em tempo real sobre o trânsito, por exemplo — e evoluímos para a Indústria 4.0, a grande responsável por utilizar a robótica como seu principal meio de produção!

Pode parecer mentira, mas já existem estudos que buscam evoluir tal tecnologia para a 6ª Geração, ou seja, o 6G.

Com essa nova evolução, prevista para sair por volta de 2030, teremos um tempo de resposta 1.000 menor do que o atual, equivalente há apenas 1 microssegundo — o tempo ideal para realizarmos cirurgias à distância, por exemplo. Teremos melhores veículos autônomos e cidades cada vez mais inteligentes, tudo graças a como o 6G poderá realizar uma cobertura global de alto aproveitamento, tendo a Inteligência Artificial, tão citada neste artigo, como sua base para o funcionamento da rede (e não apenas um adicional, como acontece no 5G).

4 – Estudo tradicional X Estudo digital

Algo que está constantemente envolvido em debates há uns bons anos, de longe, é a credibilidade entre o estudo tradicional e o estudo digital. 

Desde o início da pandemia da COVID-19 no início de 2020, o estudo digital se popularizou pelo fato de não podermos nos reunir presencial em altas quantidades de pessoas, uma vez que tal doença costuma se proliferar ao menor dos toques e qualquer outro tipo de contato físico. Apesar de algumas fraquezas e problemáticas terem advindo de tal tipo de ensino, é inegável que ele chegou para revolucionar o mundo como conhecemos.

Graças ao estudo digital, diversos grupos estudantis de diferentes áreas, conseguem balancear a vida privada e profissional a fim de terem tempo em sua rotina para dedicarem aos estudos, em especial nós, concurseiros, que dependemos de cursos e materiais online para nos preparamos para o certame que tanto sonhamos em passar. 

Tendo flexibilidade tanto de horário quanto de local, sendo possível você viajar a qualquer momento e, mesmo assim, não precisar faltar ou até mesmo cancelar as suas aulas, o estudo digital permite que você tenha certa autonomia no que realmente quer. Podendo personalizar o próprio ritmo de captação de informações em seu cérebro, você entra num vasto mundo onde é permitido você aprender da maneira que melhor preferir ao invés de seguir diversas regras como acontece no ensino tradicional, o qual é feito de maneira presencial.

No entanto, nem tudo é um mar de rosas.

Justamente por ser algo remoto, por vezes pode ser difícil tirar algumas dúvidas com o professor ou até mesmo acessar as aulas caso seus equipamentos sejam velhos e não suportem a tecnologia necessária para tal ação. Inclusive, a falta de atenção e o aumento da procrastinação neste tipo de estudo é alto, tanto por não ter ninguém lhe “observando” atrás da câmera desligada de seu aparelho, quanto pela falta de compromisso por ser algo online — o que acaba acarretando críticas severas a tal tipo.

Já no ensino presencial, ocorre maior interação humana e trocas de habilidades, desenvolvendo assim o famigerado “networking”. Fora isso, também há maior foco e disciplina ao longo dos estudos, com a presença do aluno num ambiente propício e criado especialmente para tal objetivo: a sala de aula. Por outro lado, por ser algo feito de forma presencial, muitos alunos podem acabar não tendo um espaço na agenda para realizar o deslocamento necessário, seja por estar em seu trabalho ou por sua residência ser distante demais do local.

Desta maneira, quando não há uma resposta definitiva sobre o que é certo ou não, o que nos resta a fazer é misturar esses dois tipos de estudo visando ter uma aproveitamento e retenção da matéria maiores do que o esperado através do estudo híbrido. Com ele, temos a rotação de espaços onde irá estudar, uma aprendizagem mais ativa — por exemplo, vendo as aulas em casa para responder a questionários na sala de aula — e, o mais importante de tudo: o foco nos objetivos que realmente desejamos alcançar.

Nós do DODF desejamos bons estudos e até a próxima!